segunda-feira, 30 de março de 2020

"Mantenham as recomendações dos estados", pede Mandetta

A orientação segue na contramão das manifestações do presidente Jair Bolsonaro, que, neste domingo, saiu às ruas e apoiou comerciantes que continuaram as atividades

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, voltou orientar à população  sobre a necessidade de obedecer as medidas restritivas adotadas em cada localidade. “Eu tenho dialogado com secretários dos estados e municípios dentro do que é técnico, cientifico. Mantenham as recomendações dos estados”, disse em em coletiva da tarde desta segunda-feira (30/3), no Palácio do Planalto. A fala vai de encontro às recentes condutas do presidente da República, Jair Bolsonaro, que defende a reabertura do comércio e a normalização das atividades econômicas.


Questionado mais uma vez se poderia acabar perdendo o cargo pela divergência de posicionamentos, Mandetta foi atravessado pelo chefe da casa-civil, Braga Netto, que respondeu: “Não existe essa ideia de demissão. Isso esta fora de cogitação no momento”.

Na sequência, o ministro da Saúde acrescentou: “Em política quando a gente fala não existe, a pessoa fala existe”. Para Mandetta, esses ruídos de opiniões são normais em se tratando de uma crise sem precedentes. “É claro que existem situações em que você aponta um caminho e pode ter dificuldades. O importante é que o espírito de todos é de tentar ajudar. O que a gente tem procurado é uma unicidade e hoje esse formato responde”, completou, fazendo referência à mudança de estrutura das coletivas diárias. 


Agora, os boletins diários com as atualizações de casos e ações serão repassados de forma conjunta com as demais pastas no Palácio do Planalto e não mais na sede do Ministério da Saúde, com informações referente à pasta.

*Com informações do Correio Braziliense


sábado, 28 de março de 2020

Julio Cesar Ribeiro reforça compromisso com setor esportivo




Como presidente da Frente Parlamentar Mista do Esporte na Câmara dos Deputados, o deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), realizou reunião por videoconferência na última terça-feira (24), com representantes do setor esportivo para traçar estratégias para o fortalecimento do esporte durante a crise provocada com a chegada do coronavírus ao Brasil.


“O Brasil enfrenta um momento delicado e é preciso reconhecer que a Frente Parlamentar Mista do Esporte é uma ponte para superar esses desafios. Queremos fazer as articulações necessárias para engajar o esporte brasileiro nos esforços relevantes no enfrentamento da pandemia que infelizmente chegou ao nosso país”, declarou o presidente Julio.

A Frente solicitará orientações ao Ministério da Saúde para que entidades esportivas e atletas possam aproveitar suas redes sociais e outras plataformas virtuais para divulgar mensagens relevantes, informativas e motivacionais. Também solicitará informações sobre necessidades específicas da saúde para o mapeamento de instalações esportivas que podem servir de hospitais de campanha e centros de logística. 


Para as Loterias Caixa, o grupo solicitará o desenvolvimento de iniciativas para minimizar os impactos da pandemia na arrecadação das loterias, como por exemplo o fomento dos canais de contribuição online, a mobilização da rede de beneficiários para que auxiliem na conscientização da importância social das loterias e a utilização dos meios de contribuição online no período de isolamento social.



O colegiado irá requerer ainda junto ao Ministério da Economia, medidas econômicas e institucionais que sejam capazes de fomentar a cadeia produtiva do esporte para que consiga manter seus níveis atuais de geração de emprego e renda no Brasil. 


A Frente solicitará à Presidência da República a edição de Medida Provisória acrescentando parágrafo único ao Artigo 22 da Lei Pelé estabelecendo que, independentemente de previsão estatutária, é facultado às entidades esportivas realizar Assembleia Geral à distância, por qualquer meio eletrônico que permita o devido registro de presenças, discussões e decisões.


A reunião foi realizada entre o deputado federal, Felipe Carreras; a senadora Leila Barros; o presidente do Comitê Olímpico do Brasil, Paulo Wanderley; o presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Mizael Conrado; o presidente da CBDU, Luciano Cabral; o presidente da Federação Nacional de Clubes, Arialdo Boscolo; o Secretário Executivo da Comissão de Esporte da Câmara, Lindberg Júnior e o advogado Pedro Trengrouse, Membro do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar Mista do Esporte e Coordenador Acadêmico do Programa FGV/FIFA/CIES em Gestão de Esporte.

Texto: Ascom Dep. Julio Cesar

sexta-feira, 27 de março de 2020

DF NÃO TEVE a primeira morte por Coronavírus

A Secretaria de Estado da Saúde do Distrito Federal, informa que o caso amplamente divulgado na noite de ontem (27), como sendo a primeira vítima do Covid-19 no DF, testou negativo em exame definitivo realizado pelo Laboratório Central (Lacen) em segundo teste molecular para detecção de SAR-COV2 por reação de PCR em tempo real utilizando o protocolo Berlim.

O desencontro de informações se deu, em virtude da indicação de suspeita da doença no atestado de óbito que, em si só, não confirma a causa morte.

Portanto, o Distrito Federal continua sem nenhum óbito registrado até o momento.

Fonte: Agência Brasília






quinta-feira, 26 de março de 2020

Moradores que sofriam há mais de 20 anos comemoram em São Sebastião




A comunidade de São Sebastião tem um excelente motivo para comemorar, pois uma reivindicação há mais de 20 anos foi atendida.  O asfalto que liga o Bela Vista até a Escola Rural São Bartolomeu, que fica no Núcleo Rural  Capão Comprido irá começar na próxima semana.  A iniciativa foi do deputado Martins Machado (Republicanos –DF) que destinou uma emenda parlamentar  no valor de R$1.100.000.00.



O deputado Martins Machado contou que conheceu o líder comunitário Júnior do  Capão Comprido  o qual relatou sobre as necessidades de melhorias na região. “Ele me mostrou uma situação  crítica em relação as dificuldades para as crianças atravessarem  uma  pista esburacada e perigosa para chegarem à escola . Um sofrimento que durou  mais de 20 anos para esses moradores, mas nós estamos aqui comprometidos com a população, “ destacou.



O administrador de São Sebastião, Alan Valim, agradeceu ao deputado Martins Machado, ao líder comunitário do Núcleo Rural Capão Comprido, Junior Capão Cumprido e ao  Governo de Brasília  pelo apoio na realização desta grande obra para a comunidade. “O deputado Martins Machado é um amigo de São Sebastião e foi sensível a essa demanda antiga da população ”, disse.



O líder comunitário da Associação dos Moradores do Bairro Capão Comprido (AMBCC), Júnior do Capão Comprido, destacou que  lutou muito tempo junto com os moradores da região. “Como presidente da Associação comecei a batalhar pelo asfalto desde 2015, em 2018 conheci o deputado Martins Machado e assim contei a ele  o nosso sofrimento.   Agora comemoramos  a nossa demanda atendida, pois teremos 1km e 900 metros de asfalto . São quase 20 mil moradores beneficiados. Além disso, o transporte escolar não terá mais problemas com o atoleiro e a  população com a poeira”, comemorou.


Reportagem: Geysa Albuquerque
Jornalista Profissional / Radialista e Apresentadora

quarta-feira, 25 de março de 2020

Não vamos mudar um milímetro o nosso foco, diz ministro da Saúde




O Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, descartou a hipótese de deixar o cargo após fala do presidente Bolsonaro sobre os efeitos do isolamento


O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, minimizou na tarde desta quarta-feira (25), especulações sobre uma eventual saída dele do cargo e afirmou que vai continuar a "trabalhar com critério técnico, sempre".


"Não vamos mudar um milímetro do nosso foco na vida. Não vamos perder o foco que já construímos. "Eu saio daqui na hora que acharem que eu não devo trabalhar, que o presidente achar, ou se eu estiver doente, o que é possível, ou no momento em que eu achar que esse período todo de turbulência tenha passado e eu possa não ser mais últil",explicou o ministro.

O pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro pedindo aliviamento das medidas de isolamento adotadas por alguns governadores contra o avanço do coronavírus criou incertezas sobre o destino do ministro no cargo, já que contradiziam, em parte, o que a equipe do Ministério da Saúde vinha orientando.

Mandetta classificou como importante a fala do presidente, ao pedir que os governadores se preocupem com os efeitos econômicos da quarentena, o que chamou de "medidas assimétricas".

Com informações do R7

terça-feira, 24 de março de 2020

Olimpíada de Tóquio é adiada para 2021



A decisão foi anunciada pelo Comitê Olímpico Internacional após reunião com autoridades japonesas

As Olimpíadas e as Paralimpíadas de 2020, em Tóquio, foram adiadas para 2021 devido à pandemia do coronavírus. A decisão foi tomada nesta terça-feira (24) pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) em conjunto com as autoridades japonesas. Segundo o COI, a nova data para a disputa da competição será em “data posterior a 2020, mas o mais tardar no verão de 2021”.

De acordo com o comunicado publicado pelo COI, os representantes da entidade e as autoridades japonesas “concordaram que os Jogos Olímpicos de Tóquio poderiam ser um farol de esperança para o mundo durante esses tempos conturbados e que a chama olímpica poderia se tornar a luz no fim do túnel em que o mundo se encontra atualmente”. 

Foi acordado entre as partes que será mantido o nome de Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020.

Diversos países já haviam se posicionado sobre a realização da Olímpiada neste ano. O Canadá havia anunciado que caso a competição fosse mantida para esse ano, o país não iria enviar atletas ao Japão. A Noruega também informou que poderia seguir a medida. A Austrália, prevendo o adiamento da competição, pediu aos seus atletas para se prepararem para a Olimpíada de 2021. O Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos também havia apoiado o adiamento da Olimpíada.

Fonte: Agência do Rádio

sábado, 21 de março de 2020

Delmasso solicita ao ministro das Relações Exteriores repatriação de brasileiros que estão em países com aeroportos fechados

A ideia é repatriar os brasileiros que estão em países, cujo os aeroportos estão fechados, em razão da pandemia mundial do COVID-19



O vice-presidente da Câmara Legislativa, deputado Delmasso (Republicanos), solicitou ao ministro Ernesto Araújo, das Relações Exteriores, uma operação com urgência para repatriação dos brasileiros que estão nos Estados Unidos e países da União Europeia, que tiveram os voos cancelados por causa do Coronavírus. Com a pandemia, diversos governos determinaram a suspensão de viagens internacionais.

O deputado solicitou providências a fim de repatriar os brasileiros que estão em países, cujo os aeroportos estão fechados, em razão da pandemia mundial do COVID - 19. 

Ele explicou que existem diversos brasileiros, noticia-se um número de aproximadamente 1.800 brasileiros, que até o momento manifestaram dificuldades de retornar ao nosso país. O que está gerando preocupação por parte do parlamentar, por ser uma questão humanitária, sendo também um direito desses brasileiros retomarem ao seu país de origem. 

“Estamos pedindo que o Ministério das Relações Exteriores tome alguma providência para que esses brasileiros e brasilienses que estão impedidos de sair dos Estados Unidos e países da União Europeia possam ser repatriados. Dessa forma não podemos deixar milhares de brasileiros desassistidos em outro país, como está acontecendo”, afirmou Delmasso.

Com o aumento exponencial do número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no mundo inteiro levou diversos países, tais como Estados Unidos e países da União Europeia adotar a medida de fechar os aeroportos com o intuito de proteger sua pátria, bem como conter ainda mais a disseminação do vírus.

Delmasso também lembrou que recentemente o Ministério das Relações Exteriores organizou uma operação de sucesso de repatriação com aproximadamente 26 brasileiros que estavam na China e demonstraram o interesse de sair do epicentro do surto do coronavírus. 

Por considerar o risco de morte que esses brasileiros que estão nos Estados Unidos e países da União Europeia, lembrando o fato de estarem vivenciando esse momento de caos longe de suas famílias e longe do seu lar, o deputado solicitou providências a fim de que haja uma segunda operação por parte deste Ministério, a fim de repatriar esses brasileiros a sua terra natal.




Ibaneis sobre declarações de Bolsonaro: “Qualquer lapso de ação pode levar ao desastre”


Ibaneis Rocha (MDB) vestiu a carapuça das críticas do presidente Jair Bolsonaro aos governadores que têm adotado medidas radiciais para conter a disseminação do coronavírus e reagiu.

O governador do Distrito Federal afirmou ao Correio: “O que está em risco é a saúde da coletividade e os exemplos mundiais infelizmente demonstraram que qualquer lapso de ação pode levar ao desastre”.

Como os governadores do Rio, Wilson Witzel (PSC), e de São Paulo, João Doria (PSDB), Ibaneis disse que não está tratando a questão do coronavírus de forma política. Sua preocupação é evitar um cenário como o instalado em países da Europa, principalmente a Itália, que tem registrado números recordes de mortos em decorrência da Covid-19.


Veneno
Bolsonaro criticou ontem (19/03) pelas redes sociais as medidas adotadas pelos governadores relacionadas ao fechamento do comércio e escolas e vários atendimentos públicos à população. “Tem certos governadores, tenho que criticar de novo, que estão tomando medidas extremas, que não compete a eles, fechar aeroportos, fechar rodovias. Não compete a eles. Fechar shopping etc, está para fechar a Feira dos Nordestinos (Feira de São Cristovão) no Rio de Janeiro). Se o comércio para, o pessoal não tem o que comer. Em muitos casos, o vírus mata, sim, mas muitas mortes serão (de pessoas) sem comida. A pessoa com uma alimentação deficitária é mais propensa, ao pegar o vírus, a complicar sua situação sanitária, levando até a óbito. O remédio tem que ser proporcional, senão mata. Se qualquer um tomar remédio de mais, vira veneno”.


Política não se mistura com saúde 
Ibaneis analisou a posição de Bolsonaro: “É a visão dele. Ele, como nós, tem o direito de pensar diferente. Eu pessoalmente estou tratando do assunto sem politizar, até porque política não deve se misturar com problemas de saúde graves como esse”.

Quando Bolsonaro foi às ruas do último domingo (15/03) em Brasília, apertando as mãos dos manifestantes, medida condenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), Ibaneis evitou confronto. Não quis comentar.

Mas agora decidiu demonstrar sua contrariedade pela postura do presidente diante da pandemia. Bolsonaro chegou a dizer que o novo coronavírus era uma “fantasia” da imprensa.

Ontem, em meio à crise diplomática com o governo chinês, provocada pelas declarações do filho 03, deputado Eduardo Bolsonaro, Ibaneis indiretamente ficou do lado da China, ao pedir ao embaixador Yang Wanming ajuda para evitar mais contaminações no DF.

Fonte: Coluna Eixo Capital Ana Maria Campos - Correio Braziliense

sexta-feira, 20 de março de 2020

Julio Cesar Ribeiro pede reforço na fiscalização aos supermercados que não cumprirem lei de higienização



Com a propagação de casos relacionados às infecções pelo novo coronavírus (COVID-19) no DF, os estabelecimentos comerciais devem adotar uma rotina de limpeza mais rigorosa, assim indica a Sociedade Brasileira de Infectologia. 

Uma lei distrital - Nº 5.659 - de autoria do deputado federal Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), sancionada em 25 de maio de 2016, obriga estabelecimentos que comercializam alimentos e bebidas higienizem, a cada 24 horas, cestas de mão e carrinhos utilizados pelos consumidores.

Em cumprimento a Lei e preocupado com a proliferação do coronavírus em ambientes propensos a aglomerações, o republicano encaminhou ofício aos órgãos responsáveis pedindo a fiscalização dos estabelecimentos. “Queremos que a Vigilância Sanitária fiscalize rigorosamente esses estabelecimentos, a fim de preservar a saúde da população da cidade”, declara.

O republicano justifica ainda que os carrinhos são considerados meios de proliferação de bactérias e que a falta de higiene e a má utilização podem trazer graves riscos a saúde dos clientes. 

Os estabelecimentos que descumprirem a Lei podem ser punidos com multas que podem variar de de R$500,00 a R$50.000,00.

Texto: Ascom Dep Julio Cesar

terça-feira, 17 de março de 2020

CLDF aprova medida que proíbe preços abusivos de produtos que combatam o coronavírus


Proposta prevê sanções para crescimento de preços sem justa causa. Para valer, medida precisa ser sancionada pelo governador Ibaneis Rocha.

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou em dois turnos, nesta terça-feira (17), um projeto de lei que estipula punições para empresas que aumentarem, sem justificativa, os preços de produtos usados no combate e prevenção ao novo coronavírus.

Para valer, a norma precisa ser sancionada pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). A proposta da deputada distrital Arlete Sampaio (PT) prevê que as lojas que descumprirem a norma sejam enquadradas na lei de crimes contra as relações de consumo.


Segundo o texto, entre as punições previstas estão:
Multa entre R$ 10 mil e R$ 50 mil
Apreensão de bens e produtos;
Perda de produtos apreendidos;
Suspensão temporária, total ou parcial, do funcionamento de estabelecimento ou prestação de serviço;
Interdição total ou parcial do estabelecimento ou proibição de prestação de serviço;
Cancelamento da inscrição na Secretaria de Economia.


Ao justificar a medida, a deputada Arlete Sampaio afirma que o projeto tem o objetivo de "garantir o acesso de toda população do Distrito Federal, consumidores finais, inclusive os centros hospitalares, clínicas médicas e centros de saúdes, aos produtos destinados à prevenção e ao combate ao vírus da Covid-19".

"A aplicação de multas, possibilidade de fechamento do estabelecimento para readequação dos preços e até mesmo a consequente perda do alvará de funcionamento, em casos de insistente reincidência, têm a finalidade de resguardar a contenção de doença que pode levar não só o Distrito Federal, mas todo o país a uma situação de emergência e/ou ao estado de calamidade pública," diz.


Na segunda-feira (16), a CLDF já tinha aprovado um projeto de lei do governo do DF para reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) de itens como álcool gel, luvas e máscaras médicas. A alíquota cai de 18% para 7%.
Fonte: G1

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